São duas horas da tarde de terça-feira, 26 de maio. A tranquilidade que tomava a base central do Samu de Santo André ―a quarta maior cidade de São Paulo― é quebrada por um chamado no rádio. “É covid”, grita um profissional que conversava com os companheiros na garagem. O enfermeiro Haroldo Guireli e o condutor …









